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A Fundação Heinrich Böll produziu uma série de vídeos com perguntas para representantes da sociedade civil do Brasil, África do Sul,  Índia e China, países integrantes do bloco político de cooperação BRICS, que trazem reflexões sobre os BRICS, o novo banco de desenvolvimento do bloco e a participação da sociedade civil. 
 

Democracia

Nina Madsen do CFEMEA em lançamento do livro "A Nova Classe Média no Brasil como Conceito e Projeto Político"
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Temos, em 2014, um cenário eleitoral inédito no Brasil. São as primeiras eleições gerais nas quais a lei de cotas, que determina o preenchimento obrigatório de 30% das listas de candidaturas por mulheres, é cumprida.

No Dia D de Combate à Corrupção Eleitoral, moradores do Distrito Federal recebem orientações sobre o uso correto da urna eletrônica e a importância do voto
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Relevante, complexa e, por vezes, desmotivada são palavras que podem descrever a tarefa de escolher em quem votar, por isso, há menos de onze dias para as eleições, muitos eleitores ainda estão indecisos. As opções são muitas: 12 candidatos para presidente; 176 para governador, 185 para senador, 7.139 para deputado federal, 17.008 para deputado estadual e 1.028 para deputado distrital.

Vista do escritório da Fundação Heinrich Böll Brasil, no Rio de Janeiro.

A Fundação Heinrich Böll, instituição da cooperação internacional da Alemanha, oferece vaga de estágio de comunicação para o seu escritório no Rio de Janeiro.

Direitos Humanos

Esgoto a céu aberto na Favela Estrutural, em Brasília

As condições e perspectivas do Brasil sob a política desenvolvimentista dos últimos anos são marcadas por políticas contraditórias. A política monetária agudiza as contradições entre demandas por direitos sociais e austeridade apregoada para angariar a confiança dos investidores, analisa Sonia Fleury, professora titular da Fundação Getúlio Vargas. A inserção dos pobres via mercado e consumo não garante a existência de uma sociedade mais igualitária. E a sustentabilidade ambiental deixou de ser um critério orientador das políticas governamentais, já que se confronta com a orientação desse modelo de desenvolvimento inclusivo.
A autora falará sobre este tema no seminário "Cresimento para que(m)? (Pós-)crescimento no Brasil e na Alemanha",  organizado pela Rede Kooperation Brasilien, em Leipzig, de 21 a 23 de novembro de 2014.

O evento “Os Donos do Morro”: debate sobre o futuro das UPPs previsto para a noite do dia 14 de outubro, na UERJ, teve de ser cancelado devido a uma manifestação de estudantes da UERJ e representantes de coletivos populares contrários às UPPs.O evento lançaria um livro fruto de uma pesquisa realizada por pesquisadores da UERJ sobre as UPPs e não faz nenhuma apologia às UPPs. O livro traz uma análise crítica, com entrevistas de moradores de comunidades, policiais e gestores públicos.
A Fundação Heinrich Böll, um dos co-organizadores do evento trabalha no Brasil desde os anos 90, sempre em parceria com movimentos sociais, ONGs e outras organizações da sociedade civil. Desde uma perspectiva de defesa dos Direitos Humanos, a Fundação possui uma postura crítica em relação à política de segurança pública do estado do Rio de Janeiro. Somos a favor do direito à liberdade de expressão e à manifestação, assim como do direito ao diálogo que possa expor visões críticas e fortalecer a democracia e a justiça social.

Banner do lançamento do livro "Os donos do morro" - debate sobre o futuro das UPPs

No dia 14 de outubro, às 18h, na UERJ, a Fundação Heinrich Böll e o Laboratório de Análises da Violência (LAV) estarão realizando o evento “Os Donos do Morro”: Debate sobre o Futuro das UPPs, com a participação do professor Ignacio Cano, do atual comandante da Coordenadoria de Polícia Pacificadora Cel. Frederico Caldas e do ex-comandante Cel. Robson Rodrigues, da pesquisadora da Justiça Global Juliana Farias e da líder comunitária Cintia Luna. O evento terá transmissão ao vivo no aqui no site da Fundação Heinrich Böll Brasil.

O evento terá transmissão ao vivo no aqui no site da Fundação Heinrich Böll Brasil.

Ecologia Política

Capa do livro: Mosquitos geneticamente modificados: preocupações atuais

A versão em português do livro Mosquitos Geneticamente Modificados: Preocupações Atuais, publicado pela  Third World Network e Fundação Heinrich Böll Brasil, foi lançado durante o 2º Simpósio Brasileiro de Saúde e Ambiente (SIBSA). O livro aponta uma série de preocupações em torno ao uso do Aedes aegypti geneticamente modificado (GM) como forma de controle de mosquitos com o objetivo de diminuir os casos de dengue.

 

Capa do protocola das comunidades raizeiras

No dia 6 de outubro, dia da abertura oficial da 12ª Conferência das Partes da Convenção da Diversidade Biológica, na Coréia do Sul, a Articulação Pacari e a Terra de Direitos realizaram uma oficina sobre o Protocolo Comunitário dos Raizeiros e Raizeiras do Cerrado. Mais de 25 pessoas de diversos países, como a Malásia, Japão, Equador, Venezuela, Madagascar e Argentina, participaram do espaço. Também esteve presente representante da secretaria da Convenção da Diversidade Biológica, da Via Campesina Brasil, do Movimento dos Pequenos Agricultores (MPA) e do governo brasileiro.

Conferência sobre descrecimento em Lípsia na Alemanha
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Impressões de Gabriel Trettel Silva,  aluno do último semestre do Bacharelado em Gestão Ambiental pela Universidade de São Paulo, sobre  a  4ª Conferência Internacional sobre Decrescimento.  Na ocasião, ele apresentou um artigo intitulado “Is Profit-making Compatible with the Principles of a Steady-state Economy?”, com o apoio da Fundação Heinrich Böll.

Gênero

Antonieta Rodriguês é um símbolo de resistência aos processos de remoções
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A Fundação Heinrich Böll Brasil entrevistou Antonieta Rodriguês, ex-moradora do Campinho, comunidade localizada em Madureira, Zona Norte do Rio e extinta em 2011 para passagem de parte da Transcarioca. Engajada na luta contra as remoções e as injustiças decorrentes das mesmas, Antonieta perdeu sua casa, mas permaneceu no mesmo bairro, recusando a proposta da prefeitura de ocupar uma unidade do Programa Minha, Casa Minha Vida em Vila Cosmos, a 60 km de distância de sua antiga residência. 

Deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ)
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Em entrevista, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) responde a perguntas sobre o projeto Gabriela Leite (PL 4.211/2012) e argumenta que “muitas pessoas entram na prostituição por necessidade, como também é fato que muitas entram por vontade própria, porém, o fundamental é que independentemente da motivação, direitos serão reconhecidos e isso é um ganho para todas as pessoas que exercem a prostituição”.

 

Manifestação em Brasília
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Analistas acreditam que o mercado do sexo será movimentado durante a Copa do Mundo. No Brasil a prostituição não é crime, mas também não é regulamentada como profissão. No momento o projeto de lei 4.211/2012  do deputado Jean Wyllys (PSOL) que propõe a regulamentação dos profissionais do sexo tramita no congresso e vem gerando opiniões polarizadas.

Política Internacional

Chefes de Estado na VI Cúpula dos BRICS - Fortaleza - julho de 2014
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Ana Garcia, professora de Relações Internacionais da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e participante das atividades da sociedade civil durante a VI Cúpula dos BRICS em Fortaleza, analisa neste texto o novo Banco dos BRICS e as perspectivas da sociedade civil internacional de criar um "BRICS pelas bases".
 

 

Organizações e movimentos sociais dos países do bloco e de países que serão atingidos pelos projetos do Novo Banco de Desenvolvimento debateram e articularam suas lutas por direitos frente ao avanço dos investimentos.
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Diante da indefinição por parte dos governos sobre o que se entende por desenvolvimento sustentável, os povos dos BRICS deverão demandar que o bloco priorize um novo caminho de desenvolvimento.

Publicado originalmente na Carta Capital, em 21/07/2014

 

 

 

Presidenta Dilma Rousseff durante reunião dos Chefes de Estado e de Governo dos BRICS (Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul). Los Cabos - México, 18/06/2012

Desde segunda-feira (14/7) lideranças do Brasil, África do Sul, Índia, China e Rússia estão em Fortaleza para a Sexta Cúpula dos BRICS. Como organizações da sociedade civil não possuem assentos na reunião oficial, será promovido a partir do dia 15 um evento paralelo para refletir sobre as questões que envolvem o bloco, principalmente a criação do banco de desenvolvimento dos BRICS, que deve ser fundado durante a reunião oficial.