Gênero

A promoção dos direitos das mulheres e da população LGBTQI+ocupa um lugar central e permanente em nosso trabalho na Alemanha e no exterior, além de ser uma diretiva dentro da própria organização. Apesar dos indiscutíveis avanços das últimas décadas, ainda falta muito para que sejam eliminadas as hierarquias e as diferenças de poder. Discriminação, preconceito e violência são ainda fatores característicos da vida de milhões de mulheres e da população LGBTQI+ em todo o mundo. 
No Brasil apoiamos a capacitação de grupos autônomos de mulheres para monitorarem a pauta parlamentar relacionada aos direitos sexuais e reprodutivos e para fortalecer os direitos de acesso e proteção à biodiversidade para grupos de mulheres que praticam a medicina tradicional. Além disso, apoiamos campanhas e debates ligados à agroecologia organizados por mulheres.

Artigos atuais

Dossiês

Beijing +20: conquistas e desafios das mulheres no Brasil

Publicações

Publicação Violência Contra Mulheres na Pandemia

Violência doméstica contra a mulher na pandemia

Pesquisa

A pesquisa desenvolvida pelo Instituto Patrícia Galvão e pelo Instituto Locomotiva, com apoio da Böll Brasil, mostra que: 4 em cada 10 entrevistados que conhecem mulheres que sofreram violência na pandemia, elas não procuraram ajuda. Agressor vigiando a vítima e isolamento de amigos e família são os principais dificultadores para que mulheres vítimas de violência busquem apoio na pandemia.

Ficha informativa sobre democracia de gênero

Democracia de gênero na América Latina

Infográfico

O Fact sheet democracia de gênero traz números sobre o quanto já andamos no caminho dos direitos das mulheres e vemos que a estrada ainda continuará nos desafiando a todo o momento. Sabia que em nível mundial as mulheres estão mais ameaçadas pelas mudanças climáticas do que os homens? Que na América Latina somente 3% das pessoas vivem em países em que o aborto é legal ? Que 82 % de todos os assassinatos a pessoas trans ou de gênero não-binário aconteceram na América Central ou do Sul, desses 43 % foram no Brasil?

capa laranja com desenho geométrico de flor ao fundo

CFEMEA - 30 anos de lutas feministas

Uma coleção de artigos escritos por parceiras estratégicas do CFEMEA que nos ajudaram na construção das principais lutas políticas nos últimos 30 anos. Nesta publicação é debatida a luta das mulheres em defesa de seus direitos sexuais e reprodutivos, o enfrentamento a violência de gênero, entre outros assuntos referentes a luta. Com textos de Gabriela Fidelis, Guaia Monteiro Siqueira, Bia Galli e Paula Viana, Iáris Ramalho Cortês, Maria Betânia Ávila, Nina Madsen, Lilian Celiberti, Nilza Iraci e entrevistas com Analba Brazão, Justina Inês Cintra e Creuza Maria Oliveira. 

Capa vermelha com título do livro em letras brancas

Feminismo em resistência: crítica ao capitalismo neoliberal

Os textos reunidos neste Caderno Sempreviva convidam o leitor a ampliar suas reflexões quanto ao feminismo na contemporaneidade. Partindo de uma perspectiva anticapitalista, as autoras refletem sobre os impactos e armadilhas do neoliberalismo e do conservadorismo, iluminando questões fundamentais para que as mulheres continuem em luta. O caderno tem textos assinado pelas autoras: Cindy Wiesner, Clarisse Goulart Paradis, Helena Zelic e Nalu Faria.

O que há de novo nos novos feminismos?

O movimento de mulheres no Brasil vem passando por mudanças. A publicação “O que há de novo nos novos feminismos” busca analisar o que se sabe sobre estas novas formas insurgentes da luta feminista no contexto brasileiro.

Eleições 2018: um novo golpe contra as mulheres

A sub-representação das mulheres se aprofundou, o que torna o Brasil um caso alarmante quando comparado com o resto do mundo: as mulheres são 52% da população, 52,5% do eleitorado e quase metade das filiadas a partidos políticos, mas são menos de 15% dos representantes, o que nos coloca em 157º lugar no ranking da Inter-Parliamentary Union, composto por 196 países. Foto: Mídia Ninja / CC BY-NC-SA 2.0