Gênero

A promoção dos direitos das mulheres e da população LGBTQI+ocupa um lugar central e permanente em nosso trabalho na Alemanha e no exterior, além de ser uma diretiva dentro da própria organização. Apesar dos indiscutíveis avanços das últimas décadas, ainda falta muito para que sejam eliminadas as hierarquias e as diferenças de poder. Discriminação, preconceito e violência são ainda fatores característicos da vida de milhões de mulheres e da população LGBTQI+ em todo o mundo. 
No Brasil apoiamos a capacitação de grupos autônomos de mulheres para monitorarem a pauta parlamentar relacionada aos direitos sexuais e reprodutivos e para fortalecer os direitos de acesso e proteção à biodiversidade para grupos de mulheres que praticam a medicina tradicional. Além disso, apoiamos campanhas e debates ligados à agroecologia organizados por mulheres.

Artigos atuais

¿Autocracia en El Salvador?: el desafío histórico en tiempos de pandemia

fotografia de um predio

El Salvador, como vários países de América Central e do mundo, atravessa dificuldades para enfrentar a pandemia, diante das imensas falhas estruturais socioeconômicas. Além disso, a instabilidade política do país representa ameaças a democracia. Leia mais no artigo.

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Territórios quilombolas e comunidades de terreiro no enfrentamento à pandemia do Coronavírus na Bahia.

Mulheres negras entregando alimentos uma a outra

Conversamos com Ana Gualberto, coordenadora de ações com comunidades tradicionais da organização KOINONIA Presença Ecumênica e Serviço, parceira da Fundação Heinrich Böll, sobre o enfrentamento da pandemia do Coronavírus em comunidades quilombolas e de terreiro de Salvador e Baixo Sul da Bahia.

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Jornalismo, saúde e segurança pública: uma conversa com Cecília Olliveira

homem usando máscara apoiado na janela

Em nosso primeiro Conversas com a Böll, nova série de entrevistas com especialistas e estudiosos de diversas áreas, conversamos com Cecília Olliveira, jornalista do Intercept BR e pós-graduada em Criminalidade e Segurança Pública e em Administração Pública com ênfase em Gestão Sociais, sobre seu trabalho no Intercept BR, segurança pública e política na pandemia.

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Como a pandemia do Covid-19 afeta a comunidade LGBTI+ na Turquia?

cenas que mostram pessoas lgbts em situações diversas, o desenho do covid-19 aparece no canto da tela, integrando a cena

O escritório da Fundação Heinrich Böll na Turquia/Istambul analisa os problemas enfrentados pela população LGBTI + com a pandemia do Covid-19.

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Dossiês

Beijing +20: conquistas e desafios das mulheres no Brasil

Publicações

capa laranja com desenho geométrico de flor ao fundo

CFEMEA - 30 anos de lutas feministas

Uma coleção de artigos escritos por parceiras estratégicas do CFEMEA que nos ajudaram na construção das principais lutas políticas nos últimos 30 anos. Nesta publicação é debatida a luta das mulheres em defesa de seus direitos sexuais e reprodutivos, o enfrentamento a violência de gênero, entre outros assuntos referentes a luta. Com textos de Gabriela Fidelis, Guaia Monteiro Siqueira, Bia Galli e Paula Viana, Iáris Ramalho Cortês, Maria Betânia Ávila, Nina Madsen, Lilian Celiberti, Nilza Iraci e entrevistas com Analba Brazão, Justina Inês Cintra e Creuza Maria Oliveira. 

Capa vermelha com título do livro em letras brancas

Feminismo em resistência: crítica ao capitalismo neoliberal

Os textos reunidos neste Caderno Sempreviva convidam o leitor a ampliar suas reflexões quanto ao feminismo na contemporaneidade. Partindo de uma perspectiva anticapitalista, as autoras refletem sobre os impactos e armadilhas do neoliberalismo e do conservadorismo, iluminando questões fundamentais para que as mulheres continuem em luta. O caderno tem textos assinado pelas autoras: Cindy Wiesner, Clarisse Goulart Paradis, Helena Zelic e Nalu Faria.

O que há de novo nos novos feminismos?

O movimento de mulheres no Brasil vem passando por mudanças. A publicação “O que há de novo nos novos feminismos” busca analisar o que se sabe sobre estas novas formas insurgentes da luta feminista no contexto brasileiro.

Eleições 2018: um novo golpe contra as mulheres

A sub-representação das mulheres se aprofundou, o que torna o Brasil um caso alarmante quando comparado com o resto do mundo: as mulheres são 52% da população, 52,5% do eleitorado e quase metade das filiadas a partidos políticos, mas são menos de 15% dos representantes, o que nos coloca em 157º lugar no ranking da Inter-Parliamentary Union, composto por 196 países. Foto: Mídia Ninja / CC BY-NC-SA 2.0

Celulares e Comunicações: Nossa Batalha no Campo Virtual – Enfrentando a violência contra nós, mulheres, no espaço virtual.

A cartilha “Celulares e Comunicações: Nossa Batalha no Campo” faz parte da campanha que a Universidade Livre Feminista, o CFEMEA – Centro Feminista de Estudos e Assessoria, Marialab e Blogueiras Negras e SOS Corpo – Instituto Feminista para a Democracia construíram para dialogar com mulheres, especialmente as ativistas, e coletivos feministas sobre segurança digital.