Publicações - 21 anos

Conheça algumas publicações que fazem parte de nossos 21 anos no Brasil.

SÉRIE ATLAS

Capa do Atlas do Plástico

Atlas do Plástico

ecologia politica

Caso nada seja feito, o planeta poderá atingir, já em 2025, mais de 600 milhões de toneladas de plásticos produzidos anualmente, um aumento de 50% na produção atual. Para além da poluição nos oceanos, rios e  terras, a produção de plástico também poderá consumir, até 2050, de 10% a 13% do limite estimado de emissões de carbono para que o aquecimento global se mantenha abaixo de 1.5°C. Os dados são do Atlas do Plástico, publicação lançada pela Fundação Heinrich Böll.

GÊNERO

Cartografia Social Urbana: impactos do desenvolvimento e da violência institucional na vida das mulheres moradoras do Caju e de Manguinhos/ Rio de Janeiro

A publicação Cartografia Social Urbana: impactos do desenvolvimento e da violência institucional na vida das mulheres moradoras do Caju e de Manguinhos/ Rio de Janeiro, produzida com apoio da Fundação Heinrich Böll Brasil, é o resultado do trabalho de moradoras dos Complexos de Favelas do Caju e de Manguinhos, de educadoras populares, militantes e pesquisadoras de organizações acadêmicas e de defesa dos direitos humanos que se reuniram ao longo de 2014 para debater, analisar e buscar meios para combater a violência institucional cometida contra as mulheres em áreas de atuação da UPP.

DEMOCRACIA

A “nova classe média” no Brasil como conceito e projeto político (versão impressa esgotada)

A Fundação Heinrich Böll lançou em São Paulo o livro “A ‘nova classe média’ no Brasil como conceito e projeto político.” A publicação reúne artigos de cientistas sociais de algumas das mais prestigiadas universidades e assim como de altos representantes da sociedade civil brasileira. Trata-se de uma análise crítica sobre o discurso que afirma que o aumento da renda de parte dos brasileiros configura o Brasil como um país de classe média.

Caminhos Convergentes - Estado e sociedade na superação das desigualdades raciais no Brasil

Esta publicação contribuir com o debate e a reflexão sobre cenários presentes e futuros no campo das políticas de promoção da igualdade racial no Brasil. Convidamos autores para elaborar um balanço das ações desenvolvidas no âmbito das políticas públicas de promoção da igualdade racial em diversas áreas – tais como educação, políticas para comunidades quilombolas, políticas para mulheres negras, entre outras –,e promover uma reflexão sobre os principais atores políticos coletivos envolvidos na demanda e pressão pela adoção destas políticas, com atenção especial para a atuação dos movimentos e organizações antirracistas neste período.

DIREITOS HUMANOS

A partir da chamada CPI das milícias, tornou-se conhecida a participação de agentes públicos nesses grupos criminais armados

A expansão das milícias no Rio de Janeiro

Pesquisa

Ao longo das últimas décadas, o poder armado das chamadas “milícias” sobre territórios, populações e mercados vem se expandindo na cidade do Rio de Janeiro e região metropolitana. Tal expansão tem contribuído para alterar a configuração dos conflitos entre grupos armados territoriais no Rio de Janeiro, que se tornaram ainda mais complexos, caracterizando um quadro volátil, não completamente estabilizado.

No sapatinho: a evolução das milícias no Rio de Janeiro (2008-2011)

Este livro resulta de uma pesquisa realizada pelo Laboratório de Análises da Violência da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), com apoio da Fundação Heinrich Böll. O objetivo da pesquisa foi avaliar a evolução do fenômeno das milícias no Rio de Janeiro, estudando se houve mudanças na sua composição e estrutura, sua abrangência territorial, sua capacidade de geração de lucro, seu modo de operar, sua legitimidade e em sua relação com as comunidades. 

 

Na Linha de Frente III

Na linha de frente: defensores de direitos humanos no Brasil 2006-2012

Na Linha de Frente: Criminalização dos Defensores de Direitos Humanos no Brasil (2006-2012) é a terceira publicação da ONG Justiça Global sobre a situação dos/as de-fensores/as de direitos humanos no Brasil. A primeira publicação, divulgada em 2001, foi elaborada em parceria com a organização Front Line. A segunda, publicada em 2005, foi feita em conjunto com a Terra de Direitos.

Violação dos Direitos Humanos na Amazônia: conflito e violência na fronteira paraense

Violação dos Direitos Humanos na Amazônia: conflito e violência na fronteira paraense

Essa pesquisa foi motivada, em grande medida, pela história de vida de defensoras e defensores dos direitos humanos como a sindicalista Maria Joel da Costa e a
missionária Dorothy Stang. Essas duas mulheres são exemplos da luta protagonizada por posseiros, ribeirinhos, sem-terra, trabalhadores rurais, extrativistas, índios em defesa dos direitos humanos e da preservação da Amazônia.

SÉRIE MEGA EVENTOS ESPORTIVOS

JUSTIÇA SOCIOAMBIENTAL

Infraestruturas Mentais - Como o Crescimento se Instalou no Mundo e nas nossas Almas

Em tempos de crise financeira, econômica e ecológica, mais do que nunca se torna necessária a crítica ao todo-poderoso paradigma do crescimento econômico. Mas o crescimento enquanto desejo e ideia não reina apenas nas grandes corporações, nas bolsas de valores ou nos ministérios. Ele também está presente em nossas mentes, enraizado enquanto infraestrutura mental nos desejos, nas esperanças e nos valores de cada um.

Capa da publicação: Novas Biotecnologias, velhos agrotóxicos...

Novas biotecnologias, velhos agrotóxicos: um modelo insustentável que avança e pede alternativas urgentes

Ao mesmo tempo em que caminha para adotar as mais avançadas biotecnologias, o modelo agrícola brasileiro impulsiona o uso crescente de agrotóxicos bastante antigos, alguns dos quais já banidos em outros países. Um volume significativo desses produtos é aplicado em lavouras transgênicas, oficialmente introduzidas no Brasil há cerca de 15 anos e exatamente com o propósito de reduzir o usode agrotóxicos.

Capa_Amineraçãovem

A mineração vem aí...E agora? Um guia prático em defesa dos territórios

A Fase, o grupo Poemas e seus respectivos parceiros elaboraram uma cartilha, sistematizando informações práticas em relação a defesa dos territórios diante das atividades de mineração. Fornecem uma ferramenta de capacitação de resistências e lideranças locais, contribuindo para o fortalecimento da sociedade civil e a soberania popular em favor da conservação da biodiversidade e proteção dos bens comuns.