Megaeventos

Anéis fechados

Obter detalhes sobre projetos e acordos entre o poder público e empresas é um desafio para pesquisadores, jornalistas e população em geral. A omissão de gastos, a falta de transparência e a pouca participação da sociedade nas decisões, em especial dos afetados pelas obras, é um dos problemas da preparação para os Jogos.

por Ítalo Nogueira

Rio 2016: jogos da exclusão

Os Jogos Olímpicos 2016 se tornaram o principal argumento dos governos para todo tipo de intervenção urbana na cidade do Rio de Janeiro. Quais atores políticos e econômicos se beneficiaram e quais alianças foram necessárias? 

por Renato Cosentino

O reverso da medalha: Megaeventos no Brasil e o direito à cidade

Quem critica os megaeventos esportivos pode até ser visto como estraga-prazeres. Porém, é possível gostar do esporte profissional e, ao mesmo tempo, ser crítico em relação aos atuais megaeventos. A experiência brasileira com a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016 explica os motivos.  

por Dawid Bartelt

Rio de Gastos - Edição 6

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"A Olimpíada de 2016 encerra uma década de megaeventos no Rio de Janeiro. Contudo, a realidade se mostra mais dura do que as imagens de televisão e do marketing oficial fazem crer".

Uma Vila que existe porque resiste e insiste

O caso da Vila Autódromo é um tema que em nada reflete o espírito olímpico e que ganha cada vez mais espaço na cobertura mundial dos jogos de 2016, que acontecem daqui a quatro meses no Rio de Janeiro. Apenas chegar à Vila já é considerado um desafio. O acesso a comunidade, que fica em Jacarepaguá, zona Oeste do Rio, está camuflado entre canteiros de obras e é preciso praticamente inventar um caminho para avistar a placa que dá as boas-vindas à comunidade. 

por Manoela Vianna

Vila autódromo: moradores reivindicam urbanização com plano popular

A comunidade Vila Autódromo promove o lançamento da versão atual do Plano Popular de Urbanização, feito em parceria com as Universidades UFF e UFRJ, com apoio da Fundação Heinrich Böll, entre outras organizações. Foram convidados oficialmente o Prefeito Eduardo Paes, o Governador Luiz Fernando Pezão, e a Presidente Dilma Roussef.

por Manoela Vianna

Por uma baía viva - movimento quer mais transparência e garantia dos direitos das populações do entorno da Baía de Guanabara

A maior parte dos cariocas que nasceu nos anos 80 passou a vida escutando promessas sobre a despoluição da Baía de Guanabara. Vieram as propostas dos Japoneses, investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento, projetos que já custaram mais de US$ 1 bilhão, segundo o G1. Tudo isso sempre gerou esperanças de salvar o espelho d água, principalmente aquele que abriga o Pão de Açúcar e Niterói. Mas a beleza da Baía e os ciclos de promessas contrastam com a pouca visibilidade de todas as outras questões relacionadas com as populações do entorno da segunda maior enseada do Brasil.

por Manoela Vianna

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