Capa_Lucros altamente perigosos

Lucros altamente perigosos. Como a Syngenta ganha bilhões vendendo agrotóxicos altamente perigosos.

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Pesquisa realizada pela Public Eye revela que os agrotóxicos mais nocivos, conhecidos como “altamente perigosos”, são usados intensamente em países de baixa e média renda, apesar de terem sido – em grande medida – banidos da Suíça e da União Europeia (UE). A investigação aprofundada feita pela Public Eye no mundo obscuro dos agrotóxicos altamente perigosos também revela que a gigante suíça do setor de agroquímicos, Syngenta, é uma das maiores responsáveis por inundar o mercado dos países de baixa e média renda com estes produtos. Essa conclusão está baseada em nossa análise de dados exclusivos da indústria que revelam uma bomba-relógio que ameaça dramaticamente a saúde humana e o meio ambiente. Nossa investigação no Brasil, o maior consumidor de agrotóxicos do mundo, mostra que milhões de pessoas estão expostas a agrotóxicos que apresentam perigos significativos para a saúde humana – inclusive por meio da água para consumo humano. Cientistas temem que isso possa desencadear uma epidemia de doenças crônicas. É chegado o momento de acabar com esse negócio sujo.

Detalhes da publicação
Data da publicação
2019
Editor/a
Public Eye, Fase Mato Grosso,
Número de páginas
55
Licença
All rights reserved.
Índice

Resumo Executivo

1 Agrotóxicos altamente perigosos: um “grave problema de saúde pública”

1.1 – As transformações geográficas das intoxicações por agrotóxicos

1.2 – Reduzir riscos eliminando os agrotóxicos mais nocivos  

1.3 – Agrotóxicos altamente perigosos – uma definição contestada  

2 Syngenta: lucrando com agrotóxicos altamente perigosos

2.1 – Um mercado multibilionário

2.2 – Baixa renda, alta toxicidade

2.3 – O mercado de crescimento altamente perigoso da Syngenta

3 O problema dos agrotóxicos no Brasil

3.1 – O maior mercado de agrotóxicos do mundo

3.2 – Um mergulho nas águas contaminadas do Brasil

3.3 – Os efeitos crônicos dos agrotóxicos na saúde humana no Brasil

4 Conclusão e recomendações

Anexos

Notas de fim