Há dez dias, o Brasil se tornou referência mundial no enfrentamento à extrema direita. A forma como nos organizamos nas redes sociais ganhou força e passou a inspirar iniciativas em outros países. Entre elas estão o Ejército del Peronismo, na Argentina, o L’équipe de Mélenchon officielle, em apoio a Jean-Luc Mélenchon, na França, e o La Fuerza de la Gente, em apoio a Pedro Sánchez, na Espanha.
Mas aprendizado bom é aquele que se coloca em prática. Nas pesquisas, foram as mulheres que deram a Lula a maior vantagem da eleição. Agora é a vez de usar essa mesma força nas redes em defesa dos direitos delas: contra a violência, contra o discurso de ódio e pela construção de redes de cuidado.
Clique aqui e assista ao vídeo com Dani Arrais, do Contente.vc, e o professor Sérgio Amadeu, do podcast Tecnopolítica, que mostram caminhos para fazer isso acontecer.
O que já sabemos e devemos continuar:
- Comente nas publicações com as quais você se identifica. Um comentário tem mais peso do que uma curtida.
- Siga e fortaleça organizações feministas.
- Não dê palco ao ódio: evite interagir com conteúdos de ataque, mesmo para criticá-los.
- Cuide de você: essa luta também precisa de descanso e acolhimento.