Megaeventos

Capa Rio de Gastos 8

Em sua 8ª edição, o boletim Rio de Gastos apresenta análises sobre a atual crise do Estado do Rio de Janeiro pós-olímpica mostrando como os cortes de gastos públicos favorecem o setor empresarial.

Capa Rio de Gastos 7

A sétima edição do Rio de Gastos traz informações que visam esclarecer o conceito de parcerias Público-Privadas analisando a aplicação delas durante as Olimpíadas de 2016.

Praça Mauá
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A Fundação convidou pesquisadores, ativistas, jornalistas e representantes de Ongs de defesa de direitos para refletirem sobre as consequências e os problemas ligados a preparação da cidade para os Jogos 2016. O resultado é o  "Dossiê: Jogos Olímpicos 2016" disponível em português, alemão e inglês.

Rio 2016 - jogos de exclusão

Movimentos sociais e organizações da sociedade civil organizaram uma série de atividades para denunciar os problemas do legado e reforçar a resistência pela garantia de direitos.

Um dos grandes beneficiários dos megaeventos é certamente o setor de segurança. Quase R$ 1 bilhão já foram gastos com grandes sistemas de tecnologia de segurança que inauguram um modelo empresarial-militarizado de atuação e gerenciamento dos espaços públicos no Brasil.

Desvendar o orçamento dos Jogos 2016 é uma tarefa que exige esforço. Oficialmente mais de R$ 39,07 bilhões, cerca de 10 bilhões de euros, já foram gastos com os Jogos e a Prefeitura argumenta que a maioria dos recursos seria de origem privada, mas isso não é bem assim.

AMBIENTALISTAS PROTESTAM AO PRESIDENTE DO COI CONTRA DANOS ECOLÓGICOS DOS JOGOS RIO 2016
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Dois anos depois da vitória da seleção alemã na final da Copa do Mundo de Futebol, mais uma vez o Rio de Janeiro está no foco das atenções. Quem vai lucrar e quem vai pagar a conta dos Jogos Olímpicos 2016? 

Projeto “Remoções Têm Rosto” por Guilherme Imbassahy, realizado no segundo #Ocupa Vila Autódromo.
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A urbanista e pesquisadora Giselle Tanaka relata o processo de remoção forçada que aconteceu no principal símbolo de resistência às ações dos governantes do rio de Janeiro: a Vila Autódromo.

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Será que os legados de mobilidade urbana poderão realmente contribuir para tornar a cidade do Rio de Janeiro mais inclusiva e democrática? Essa é a esperança. Mais de R$ 25 bilhões, cerca de 6,5 bilhões de euros, já foram gastos em obras de mobilidade com os megaeventos na cidade.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, em cerimônia que marcou o início das obras do Porto Maravilha, região portuária da capital
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Quem vai até a região portuária da cidade do Rio de Janeiro fica maravilhado com museus e a arquitetura do Rio antigo. Mas no caminho dessas maravilhas também se esconde histórias de remoção forçada, abuso dos gastos públicos e a financeirização da cidade. 

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