Megaeventos

MegaEventos

Praça Mauá
por

A Fundação convidou pesquisadores, ativistas, jornalistas e representantes de Ongs de defesa de direitos para refletirem sobre as consequências e os problemas ligados a preparação da cidade para os Jogos 2016. O resultado é o  "Dossiê: Jogos Olímpicos 2016" disponível em português, alemão e inglês.

Rio 2016 - jogos de exclusão

Movimentos sociais e organizações da sociedade civil organizaram uma série de atividades para denunciar os problemas do legado e reforçar a resistência pela garantia de direitos.

AMBIENTALISTAS PROTESTAM AO PRESIDENTE DO COI CONTRA DANOS ECOLÓGICOS DOS JOGOS RIO 2016
por

Dois anos depois da vitória da seleção alemã na final da Copa do Mundo de Futebol, mais uma vez o Rio de Janeiro está no foco das atenções. Quem vai lucrar e quem vai pagar a conta dos Jogos Olímpicos 2016? 

Projeto “Remoções Têm Rosto” por Guilherme Imbassahy, realizado no segundo #Ocupa Vila Autódromo.
por

A urbanista e pesquisadora Giselle Tanaka relata o processo de remoção forçada que aconteceu no principal símbolo de resistência às ações dos governantes do rio de Janeiro: a Vila Autódromo.

por

Será que os legados de mobilidade urbana poderão realmente contribuir para tornar a cidade do Rio de Janeiro mais inclusiva e democrática? Essa é a esperança. Mais de R$ 25 bilhões, cerca de 6,5 bilhões de euros, já foram gastos em obras de mobilidade com os megaeventos na cidade.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes, em cerimônia que marcou o início das obras do Porto Maravilha, região portuária da capital
por

Quem vai até a região portuária da cidade do Rio de Janeiro fica maravilhado com museus e a arquitetura do Rio antigo. Mas no caminho dessas maravilhas também se esconde histórias de remoção forçada, abuso dos gastos públicos e a financeirização da cidade. 

Não apenas xs atletas mas também a população local é afetada pelos poluentes da Baía de Guanabara
por

A despoluição da Baía de Guanabara, local das competições de vela das Olimpíadas, foi uma das promessas de legado não cumprida. 

por

Obter detalhes sobre projetos e acordos entre o poder público e empresas é um desafio para pesquisadores, jornalistas e população em geral. A omissão de gastos, a falta de transparência e a pouca participação da sociedade nas decisões, em especial dos afetados pelas obras, é um dos problemas da preparação para os Jogos.

Protesto da campanha "Olimpíada para quem?" no Rio de Janeiro
por

Os Jogos Olímpicos 2016 se tornaram o principal argumento dos governos para todo tipo de intervenção urbana na cidade do Rio de Janeiro. Quais atores políticos e econômicos se beneficiaram e quais alianças foram necessárias? 

Enquanto sistemas sociais e de saúde são sub financiadas no Brasil, bilhões de reais financiam a construção de novos estádios e centros esportivos para a Copa do Mundo e agora, as Olimpíadas.
por

Quem critica os megaeventos esportivos pode até ser visto como estraga-prazeres. Porém, é possível gostar do esporte profissional e, ao mesmo tempo, ser crítico em relação aos atuais megaeventos. A experiência brasileira com a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016 explica os motivos.  

Vila Autódromo
por

O caso da Vila Autódromo é um tema que em nada reflete o espírito olímpico e que ganha cada vez mais espaço na cobertura mundial dos jogos de 2016, que acontecem daqui a quatro meses no Rio de Janeiro. Apenas chegar à Vila já é considerado um desafio. O acesso a comunidade, que fica em Jacarepaguá, zona Oeste do Rio, está camuflado entre canteiros de obras e é preciso praticamente inventar um caminho para avistar a placa que dá as boas-vindas à comunidade. 

Vila Autódromo
por

A comunidade Vila Autódromo promove o lançamento da versão atual do Plano Popular de Urbanização, feito em parceria com as Universidades UFF e UFRJ, com apoio da Fundação Heinrich Böll, entre outras organizações. Foram convidados oficialmente o Prefeito Eduardo Paes, o Governador Luiz Fernando Pezão, e a Presidente Dilma Roussef.

Barqueata do movimento Baía Viva
por

A maior parte dos cariocas que nasceu nos anos 80 passou a vida escutando promessas sobre a despoluição da Baía de Guanabara. Vieram as propostas dos Japoneses, investimentos do Banco Interamericano de Desenvolvimento, projetos que já custaram mais de US$ 1 bilhão, segundo o G1. Tudo isso sempre gerou esperanças de salvar o espelho d água, principalmente aquele que abriga o Pão de Açúcar e Niterói. Mas a beleza da Baía e os ciclos de promessas contrastam com a pouca visibilidade de todas as outras questões relacionadas com as populações do entorno da segunda maior enseada do Brasil.

Governo Paes foi o que mais removeu na história do Rio
por

A administração de Eduardo Paes é campeã no número de remoções compulsórias na história do Rio de Janeiro, na frente dos governos de Pereira Passos (1902-1906) e Carlos Lacerda (1960-1965), de acordo com informações do livro SMH2016, publicado pela editora Mórula com apoio da Fundação Heinrich Böll. Apesar das notórias violações de direitos apontadas pelo livro, relatos de vítimas e outras pesquisas, a publicação foi qualificada pelo prefeito como “conjunto de asneiras," durante uma sabatina realizada pela Folha de São Paulo e UOL.

Joseph Blatter, então presidente da FIFA, anunciava o Brasil como sede

Numa ação conjunta entre FBI (Federal Bureau of Investigation) e a polícia suíça, no final de maio, a Fifa teve sete dirigentes detidos em Zurique, além de dois indiciados sob alegação de crimes ligados a conspiração, fraude eletrônica, lavagem de dinheiro e obstrução da justiça. O novo escândalo trouxe novamente os holofotes para a Copa do Mundo de 2014 e seus legados.

Largo do Campinho, comunidade da zona oeste carioca extinta em 2011 para a passagem da Transcarioca
por

No caminho da Transolímpica, via expressa que ligará a Barra da Tijuca a Deodoro, a comunidade de Vila União, em Curicica, tem seus direitos violados em prol das reformas no Rio de Janeiro para os Jogos Olímpicos de 2016.

por

Lançada a primeira edição do boletim “Rio de gastos 2016”  que busca divulgar informações sobre os temas relacionados ao financiamento das Olimpíadas e a condução do Megaevento.

Ato público no Maracanã
por

A convite da Solidar Suíça, Marilene de Paula, coordenadora de programas e projetos da área de Direitos Humanos e Brasil Global da Fundação Heinrich Böll Brasil, organizou um relatório que analisa os legados e os desafios da Copa de 2014.

Camelôs e Ambulantes no Rio de Janeiro
por

O Comitê Popular Rio Copa e Olimpíadas lançou um dossiê abordando as violações ao direito ao trabalho e à cidade dos camelôs no Rio de Janeiro, cometidas no contexto dos megaeventos.

World Cup for whom and for what? A look upon the legacy of the World Cups in Brazil, South Africa and Germany

A Copa do Mundo acabou, mas as discussões sobre os legados dos megaeventos ainda são mais que pertinentes. Confira a versão em inglês do livro  “Copa para quem e para quê?  [World Cup for whom and for what?]. O livro em português já está na segunda edição e pode ser lido aqui. Versões impressas podem ser solicitadas pelo email: info@br.boell.org

Logo da "Copa Popular"
por

Uma centena de atletas, treinadores e ativistas se reuniu cedo na frente do Maracanã no Rio de Janeiro para uma corrida improvisada de duas voltas ao redor da instalação esportiva. Entre eles, alguns dos atletas mais bem-sucedidos do Brasil, que se preparam para os Jogos Olímpicos de 2016. Eles se autodesignam “sem-teto do atletismo”, já que na futura cidade-sede olímpica não há lugar adequado para treinar. A corrida matinal do sem-teto do atletismo é uma das várias formas criativas de ação com que os brasileiros tentam chamar a atenção para as péssimas condições no período que antecede os megaeventos esportivos.

Remoções Recife para a "Cidade da Copa"
por

Na praia de Boa Viagem, até hoje a mais turística do Recife, placas alertam os banhistas sobre o perigo de ataques de tubarões. Problema recente, até o início da década de 1990 os banhistas podiam tomar banho de mar tranquilamente ali, mas a degradação dos ecossistemas costeiros e outras alterações ambientais ocorridas especialmente após a construção do Porto de Suape, ao Sul da capital pernambucana, causaram uma reação que já vitimou mais de 59 pessoas desde 1992.

Remoções forçadas e indenizações injustas são problemas de Pernambuco durante os preparativos para a Copa
por

Em Pernambuco, um dos principais grupos que tem denunciado a falta de planejamento de diversos empreendimentos imobiliários é o movimento Direitos Urbanos. Integrante desta rede e também do Comitê Popular da Copa, o estudante de mestrado Rudrigo Rafael, estuda a ocupação de imóveis no Centro e paralelamente atua para denunciar as remoções nas proximidades da Arena Pernambuco. Apresentamos aqui uma entrevista com Rudrigo. 

I Encontro dos atingidos

Aconteceu em Belo Horizonte (MG), do dia 1 ao dia 3 de maio, o I Encontro dos atingidos - Quem perde com os Megaeventos e Megaempreendimentos. Pessoas de todo o Brasil refletiram sobre direitos e violações relacionas com moradia, trabalho de ambulantes, comunidades tradicionais, entre outros. Veja aqui a carta que resultou do encontro, apoiado pela Fundação Heinrich Böll,

Antonieta Rodrigues é um símbolo de resistência aos processos de remoções
por

A Fundação Heinrich Böll Brasil entrevistou Antonieta Rodrigues: engajada na luta contra as remoções e as injustiças decorrentes das mesmas, Antonieta perdeu sua casa, mas permaneceu no mesmo bairro, recusando a proposta da prefeitura de ocupar uma unidade do Programa Minha Casa Minha Vida em Vila Cosmos, a 60 km de distância de sua antiga residência. 

Comunidade Campinho, Zona Norte, Rio de Janeiro
por

Em entrevista à  Fundação Böll, o professor Orlando Alves dos Santos Júnior do Instituto de Pesquisa e Planejamento Urbano  e Regional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPUR/UFRJ), ex-relator  da Plataforma Brasileira de Direitos Humanos, Econômicos, Sociais, Culturais e  Ambientais (Dhesca Brasil), na Relatoria do Direito Humano à Cidade fala sobre as violações ao direito à cidade que  estão acontecendo nas cidades brasileiras. 

Brasil, África do Sul, Alemanha e os mundiais da Fifa são tema de publicação
por

A organização da Copa do Mundo ocorre da mesma forma em todos os países? O custo social do Mundial é igual em todos eles? São questões que o livro “Copa para quem e para quê? Um olhar sobre os legados dos mundiais no Brasil, África do Sul e Alemanha” busca responder.

Protesto contra a Copa em Brasília
por

Déjà vu: as críticas à Copa do Mundo no Brasil são muito semelhantes aos argumentos usados contra o Mundial na África do Sul. Na época da Copa na África do Sul, ficou claro que os prognósticos sobre os efeitos econômicos positivos eram totalmente exagerados. No final das contas, os contribuintes e até mesmo as empresas foram obrigados a pagar muito mais.

Manifestação em 15 de outubro de 2013
por

As manifestações de junho de 2013 no Brasil não tiveram como protagonista apenas a classe média. Moradores de favelas e pobres da periferia, também foram para as ruas reivindicar seus direitos. Uma população que questiona a presença do estado apenas como agente repressor e não como promotor da cidadania e inclusão social.

"Quando seu filho estiver doente, leve ele ao estádio," diz um dos cartazes de uma das manifestações no Rio, em junho de 2013
por

Quais são os legados de uma Copa do Mundo? A resposta depende de outra pergunta: para quem? Para os moradores que vêm sendo removidos, a Copa significa a perda da moradia e, geralmente, também da base econômica de sobrevivência.

Obras no Maracanã, Rio de Janeiro
por

As violações de direitos geradas pelas intervenções na cidade e no estado, responsáveis por uma “gentrificação” deliberada, são demonstrações cabais da falência dos governos como defensores do interesse público, porque estão subordinados aos ditames privados.

Condomínio MCMV em Campo Grande, zona Oeste do Rio de Janeiro
por

As histórias de Jeane, Luisa e Suely moradoras de comunidades no Recreio, zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, ilustram como estão sendo feitas as remoções no contexto dos megaeventos do Brasil.  As três mulheres foram obrigadas a deixar suas casas e foram reassentadas em unidades habitacionais construídas através do programa do governo federal Minha Casa Minha Vida. 

Cerimônia de entrega do prêmio Urban Age Award, dezembro de 2013
por

Um dos casos emblemáticos de resistência aos processos de remoções no Rio de Janeiro é a Vila Autódromo, uma comunidade na zona oeste da cidade do Rio de Janeiro, que historicamente lutou por sua permanência no local. A comunidade foi uma das únicas a conseguir construir uma proposta técnica alternativa a sua remoção, a partir da parceria com uma equipe multidisciplinar do ETTERN - UFRJ.  

Deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ)
por

Em entrevista, o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ) responde a perguntas sobre o projeto Gabriela Leite (PL 4.211/2012) e argumenta que “muitas pessoas entram na prostituição por necessidade, como também é fato que muitas entram por vontade própria, porém, o fundamental é que independentemente da motivação, direitos serão reconhecidos e isso é um ganho para todas as pessoas que exercem a prostituição”.

 

Manifestação em Brasília
por

Analistas acreditam que o mercado do sexo será movimentado durante a Copa do Mundo. No Brasil a prostituição não é crime, mas também não é regulamentada como profissão. No momento o projeto de lei 4.211/2012  do deputado Jean Wyllys (PSOL) que propõe a regulamentação dos profissionais do sexo tramita no congresso e vem gerando opiniões polarizadas.

Área legalizada de prostituição em Berlim, Alemanha
por

Foi durante o governo de coalisão de verdes e socialistas, que em 2002 a Alemanha aprovou a LProst (Lei de Prostituição), uma legislação que legalizou o trabalho sexual. Antes de 2002, esse trabalho não era ilegal nem proibido: as pessoas que o exerciam tinham que pagar impostos, mas ao mesmo tempo, a atividade era considerada imoral e sem valor jurídico numa disputa entre clientes e profissionais do sexo.

Estádio Mané Garrincha, Brasília - DF
por

A ideia é que a Copa do Mundo no Brasil seja ambientalmente correta e neutra em carbono. Durante a Copa de 2010 na África do Sul, o então presidente Lula se referiu à realização de uma “Copa do Mundo verde” que deixasse um legado ambiental, além do legadofinanceiro. É o que prevê a Agenda de Sustentabilidade da Copa 2014 elaborada em parceria pelos ministérios dos Esportes e do Meio Ambiente. A sustentabilidade, nesse caso, está sendo traduzida por neutralização do carbono, mas não está sendo dada ênfase especial em benefícios duradouros para a população.

Ocupe Acquário - Fortaleza- CE
por

Fortaleza é a capital do estado do Ceará, localizada na região Nordeste do Brasil. Com mais de 2 milhões e 400 mil habitantes, é uma das cidades turísticas mais procuradas do país, e a quinta maior em termos de população. Entre seus principais atrativos estão a orla marítima e o clima quente e ensolarado na maior parte do ano. A desigualdade social, porém, é um fator alarmante, pois, contrastando com os hotéis luxuosos localizados na Praia de Iracema, a periferia sofre com a violação de direitos básicos.  43% da área da cidade, por exemplo, não têm sequer cobertura de esgoto.

Lançamento Copa Para quem e para quê?
por

Os preparativos para a realização de mundial da Fifa se dão da mesma forma em países em desenvolvimento e em desenvolvidos? Violações de direitos acontecem da mesma forma nos diferentes países? Essas são algumas perguntas que o livro “Copa para quem e para quê? Um olhar sobre os legados dos mundiais no Brasil, África do Sul e Alemanha” responde.

por

O Comitê Popular da Copa e Olimpíadas participou de uma reunião com o Prefeito do Rio de Janeiro, solicitada pelo mesmo. Com três anos de discussão sobre os impactos dos megaeventos na cidade, o Comitê apresentou pontos que refletem o acúmulo do grupo. O encontro terminou com alguns compromissos do prefeito, tais como: retombar o Estádio de Atletismo Célio de Barros e o Parque Aquático Julio Delamare; tombar a Aldeia Maracanã e a Escola Municipal Friedenreich; negociar a permanência da Vila Autódromo; garantir a permanência da comunidade Indiana (Tijuca); e liberar as informações sobre as obras e os impactos do projeto olímpico, entre outros.

Leia a nota pública na íntegra.

Conheça o “Dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Rio de Janeiro” produzido pelo Comitê e apoiado pela Fundação Heinrich Böll

por

A partir da escolha do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016, a prefeitura da cidade, setores da mídia, políticos e especialistas começaram a afirmar que os jogos serão oportunidades para trazer investimentos para a cidade e assim enfrentar problemas de mobilidade urbana, recuperação de áreas abandonadas para a construção de habitações, fomento do turismo e do comércio. Mas o que se constata no “Dossiê Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Rio de Janeiro” é que as Olimpíadas e a Copa de 2014 estão sendo usadas como justificativa para a propagação do desrespeito aos direitos humanos e, em especial, o direito à cidade.

A publicação, produzida pelo Comitê Popular Copa e Olimpíadas Rio, com apoio do Fundo Brasil de Direitos Humanos e da Fundação Heinrich Böll, foi lançada em um evento no dia 14 de maio, no Rio, e está disponível aqui.O dossiê é dividido em oito temáticas: moradia, mobilidade, trabalho, esporte, meio ambiente, segurança pública, informação e participação e orçamento e finanças.

Mais»

Lançamento do Dossiê do Comitê Popular da Copa e Olimpíadas do Rio de Janeiro
por

Diferente de como afirmam os setores da mídia e políticos, de que as Olimpíadas e a Copa de 2014 trarão apenas investimentos e novidades para a cidade, o desrespeito aos direitos humanos e a violação de direitos também está presente durante os megaeventos.

A Articulação Nacional dos Comitês Populares da Copa, com o apoio da Fundação Heinrich Böll Brasil, preparou o dossiê “Megaeventos e Violações de Direitos Humanos no Brasil” que pode ser encontrado nos idiomas português, alemão e inglês. O dossiê aborda temas como moradia; trabalho; informação, participação e representação popular; meio ambiente; acesso a serviços e bens públicos; mobilidade e segurança pública.

 

Resultado da parceria entre a Fundação Henrich Böll Brasil, o Instituto Políticas Alternativas para o Cone Sul - PACS e a Justiça Global, os artigos visam aprofundar o debate sobre o legado e o ônus da Copa do Mundo no Brasil, a partir de duas linhas mestras: a legislação de exceção preparada para os megaeventos esportivos e o financiamento à Copa, quase em sua totalidade público.

por

Vídeo conta a história da carioca que teve a casa onde morava com a filha derrubada sem aviso e comenta lógica de despejos para megaeventos.

por

 Copa inclusiva, democrática e sem violações de direitos humanos, são os defesas feitas pela Articulação Nacional dos Comitês Olímpicos que preocupam-se com as posições tomadas em relação  aos megaeventos no Brasil.

por

A facilitação de visto e entrada de estrangeiros que venham ao Brasil para assistir aos jogos é uma das medidas previstas na Lei Geral da Copa. O Comitê Popular da Copa e Olimpíadas no Rio de Janeiro preocupa-se com as exceções abertas pela lei por acreditar  que essas sejam  brechas criadas para a implementação de megaeventos esportivos.


Apresentamos aqui um dossiê que reúne análises, reportagens, mapas e vídeos sobre os preparativos para a Copa do Mundo 2014 no Brasil. A publicação online mostra como as ações da Fifa, dos governos e das empresas patrocinadoras mercantilizam cada vez mais os espaços públicos usando a justificativa de benefícios futuros para os brasileiros.