Our Topics

Democracia

Democracia: O que queremos

Nas últimas décadas, o Brasil passou por um processo de democratização que trouxe para os cidadãos a garantia dos direitos políticos, com eleições livres e democráticas, estabilidade governamental e o fortalecimento de uma sociedade civil atuante.

Porém, esse processo não foi acompanhado pela diminuição da violência, melhor distribuição de renda e fortalecimento do Estado de direito. A radicalização da democracia e o fortalecimento de seus mecanismos são grandes desafios para a sociedade brasileira.

Nesse sentido, apoiamos iniciativas de promoção e capacitação de grupos autônomos da sociedade civil para a participação social. Disponibilizamos também estudos e promovemos debates em torno das transformações sociais que impactam os processos democráticos.

Conheça a Fundação Böll Brasil

Oportunidade para estudantes de jornalismo e design

Estudantes de comunicação social com habilitação em jornalismo e design que estejam cursando do terceiro período em diante, podem se candidatar para uma vaga de estágio no escritório do Brasil da Fundação Heinrich Böll. Procuramos alguém que tenha interesse na defesa dos direitos humanos e justiça socioambiental, além de ser apaixonado por mídias sociais. As inscrições seguem até 24 de abril. 

Böll Brasil contrata Assistente de Projetos

A Fundação Heinrich Böll está lançando edital para contratação de Assistente de Projetos. As interessadas e os interessados devem enviar currículo e carta de apresentação para selecao@br.boell.org até 9 de fevereiro. A pessoa escolhida começa as atividades em 1º de março. Leia o edital completo.

por Leandro Uchoas

Direitos Humanos

Direitos Humanos: O que queremos

A partir da Constituição de 1988, o Brasil teve várias conquistas no campo dos direitos. Do ponto de vista legislativo, o país é referência internacional. Porém, em termos de igualdade prática, ainda há muito a ser alcançado. Por isso, trabalhamos junto com nossos parceiros para fortalecer uma cultura de respeito aos direitos humanos, que esteja presente nas políticas públicas e nas relações de gênero.

Um de nossos temas prioritários é o estabelecimento de uma política de segurança cidadã, que respeite os direitos dos moradores de comunidades populares e ponha fim à impunidade e à brutalidade policial. Promovemos estudos e debates sobre as novas políticas de segurança implementadas no Rio de Janeiro como as UPPs e o combate às milícias. Apoiamos também denúncias de casos exemplares ao sistema de proteção aos direitos humanos da ONU.

O direito à cidade também é foco do nosso trabalho. Apoiamos movimentos sociais e instituições que atuam no monitoramento das políticas e denúncias de violações de direitos em relação às intervenções urbanísticas para a realização dos megaeventos esportivos na cidade do Rio de Janeiro e outras capitais brasileiras.

Vila Recreio II (Foto: Renato Cosentino).

Ecologia Política

Ecologia Política: O que queremos

O Brasil possui a maior floresta tropical e a maior biodiversidade do mundo. No entanto, toda essa riqueza está ameaçada pela destruição de florestas e de outros ecossistemas por grande projetos, pela expansão de monoculturas de soja e cana e pelo avanço da pecuária.

Uma questão chave para o futuro da humanidade são os efeitos das mudanças climáticas. No contexto internacional, o Brasil é um ator de grande importância na construção de um novo acordo global para conter os efeitos desse fenômeno. Por outro lado, o país está no grupo dos maiores poluidores do mundo quando o que está em jogo são as emissões como resultado das queimadas e do desmatamento. Discutir e apoiar iniciativas que podem mudar esse quadro é uma de nossas principais tarefas.

A questão da energia também está no centro do debate sobre desenvolvimento sustentável e mudanças climáticas. Energias renováveis, como eólica e solar, têm o potencial de substituir fontes tradicionais causadoras de grandes impactos ambientais (hidroelétricas) e enormes emissões de CO2 (carvão). Ao mesmo tempo, apesar de cara e perigosa, a energia nuclear aparece como uma falsa solução.

Não à financeirização da natureza

Conferência Latino-Americana sobre Financeirização da NaturezaPhoto: Nicolás Medina. All rights reserved.

Negociações Climáticas

Photo: UNclimateChange. Creative Commons License LogoEsta imagem está sob licença de Creative Commons.

Angra 3: o que virá em 2018?

Cresce a pressão pela retomada da obra de Angra 3. Contratada em 1983, ela parou poucos anos depois. Reiniciada em 2010, foi novamente interrompida em 2016, por dificuldades financeiras e pela corrupção. Este problema deve ter sido considerado superado com a condenação, na Lavajato, do então Presidente da Eletronuclear. E para seu financiamento há ofertas do lobby nuclear que corteja, via russos e chineses, os países desavisados dos riscos dessa tecnologia.

por Chico Whitaker

Gênero

Gênero: O que queremos

A política de gênero, assim como as análises e estratégias feministas, ocupam um lugar central e permanente no nosso trabalho, tanto em atividades na Alemanha e no exterior quanto no desenvolvimento da própria organização. 

Apesar dos indiscutíveis avanços obtidos tanto no Brasil quanto em nível internacional, ainda falta muito para que sejam eliminadas as hierarquias, as diferenças de poder e as relações de domínio entre os sexos. Discriminação, preconceito e violência são ainda fatores característicos da vida de milhões de mulheres em todo o mundo. 

Contribuímos para a transformação desse quadro a partir do apoio à capacitação de grupos  autônomos de mulheres para monitorarem a pauta parlamentar relacionada aos direitos sexuais e reprodutivos e para fortalecer os direitos de acesso e proteção à biodiversidade para grupos de mulheres que praticam a medicina tradicional. Além disso, apoiamos campanhas e debates ligados a agroecologia organizados por mulheres.

DOSSIÊ BEIJING+20 - CONQUISTAS E DESAFIOS DAS MULHERES NO BRASIL

Vídeo Beijing+20

Irmandade feminista

Para marcar o Dia Latino Americano e Caribeño pela Legalização do Aborto, mais de 112 entidades lançam Alerta Feminista, e campanha de mobilização pela internet. A Marcha Mundial das Mulheres também divulgou nota.

por Leandro Uchoas

Política Internacional

Política Internacional: O que queremos

O Brasil desponta no cenário internacional como potência emergente e líder na América Latina, ainda que marcada por posicionamentos ambíguos referentes aos direitos humanos. O país também ganha papel de destaque no G20 e nos BRICS.

Nos próximos anos, o país estará ainda mais em evidência ao sediar eventos de escala global como a Copa do Mundo (2014) e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos (2016).

Nesse contexto, acompanhamos a ampliação das novas dimensões do Brasil como ator global, com especial atenção para a atuação do país no G20 e nos BRICS, visando a participação da sociedade civil nos espaços de legitimação democrática. Além disso, promovemos debates e estudos em nível regional, nacional e internacional, com o objetivo de fomentar os diálogos Norte-Sul e Sul-Sul em torno da igualdade de gênero, da sustentabilidade e do respeito aos direitos humanos.

BRICS E G20

A nova Lei de Migração no Brasil e os direitos humanos

A mobilidade humana é um fato histórico, indissociável da própria história da humanidade; mas que assumiu contornos especialmente complexos no mundo hoje, frente aos efeitos da globalização: mais de 244 milhões de pessoas que se encontram fora do seu país de origem, números que equivalem a 3,4% da população mundial, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) referentes ao ano de 2015.Diante deste cenário, é preciso compreender qual o papel dos Estados receptores no acolhimento e garantia de direitos das pessoas migrantes e analisar o arcabouço jurídico e institucional sobre o tema, seja nos países do Norte ou do Sul Global.

Subscribe to RSSAssine o RSS