A expansão da monocultura da soja, a construção de grandes hidrelétricas e a chamada economia verde são o carro-chefe do modelo de desenvolvimento vigente na região amazônica. As consequências, contradições e a resistência das comunidades e povos tradicionais frente a esses projetos são apresentadas no 1º Caderno Amazônia, produzido pela Terra de Direitos. A Terra de Direitos é parceira da Fundação Heinrich Böll
A publicação - disponível para download aqui - busca aprofundar as discussões e reflexões sobre as questões do Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). O livro é resultado dos debates realizados durante uma oficina sobre o tema, realizada em 2012. A oficina tinha o objetivo de aprofundar a discussão de diferentes propostas, visões e conceitos alternativos ao PSA, fortalecendo os debates que vêm ocorrendo no grupo Carta de Belém, na Articulação Nacional de Agroecologia (ANA),na Via Campesina, no movimento sindical, entre outros. O livro foi organizado pela Fase com apoio da Fordfoundation, Ritimo e Fundação Heinrich Böll – Cone Sul
Muito se fala em Sementes Transgênicas... mas você sabe o que são? Esta cartilha fala sobre estes assuntos, com objetivo de esclarecer dúvidas comuns sobre estes fatos e também de auxiliar o agricultor a prevenir-se de situações graves que podem começar a ocorrer por causa da disseminação das lavouras transgênicas.
De grão em grão – transgênico ou não – o cultivo da soja espalhou-se por todas as regiões do Brasil nas três últimas décadas. A abertura de novos mercados para a produção brasileira de grãos e o aumento do Produto Interno Bruto (PIB) gerado pelo agronegócio têm sido apresentados à sociedade brasileira, pelos representantes das organizações da agricultura patronal e pela mídia, como um bem em si mesmo.
O presente estudo busca trazer à luz, para o debate público, os “custos invisíveis” do atual modelo agrícola, particularmente nas regiões Centro-Oeste e Norte. Sergio Schlesinger e Silvia Noronha
Trata-se, na realidade, de um convite para pensar. E, para isso, propomos criar um tempo próprio para momentos de reflexão sobre temas que dizem respeito à nossa civilização e ao nosso futuro. Devemos compreender as grandes mudanças ocorridas na história da Humanidade dos pontos de vista econômico, social, ético, político e cultural, e enfrentar nossas dúvidas ou tomar posição quanto a ser este o mundo que queremos. Neste mundo, a natureza, todos os seres vivos e o conhecimento tornaram-se comerciáveis e a vida, em seus íntimos componentes, corre o risco de passar a ser propriedade privada.
A coletânea de artigos que é o resultado de um projeto iniciado com o Seminário Nacional de Desenvolvimento e Conflitos Ambientais, lançada pela Editora UFMG, da Universidade Federal de Minas Gerais, pode ser adquirida nas principais livrarias do país.
A defesa incondicional da suposta sustentabilidade do etanol brasileiro em particular, e dos agrocombustíveis de modo geral, no contexto das crises mundiais - financeira, alimentar, energética e climática – impede o debate franco e, assim, o avanço de um processo de transição energética, necessário no caminho para uma sociedade mais adequada aos limites ecológicos do Planeta. A propaganda de mega-proporções do governo brasileiro, associada à indústria canavieira, no afã de conquistar mercados de exportação, lança mão de uma série de instrumentos e medidas paliativas, ou mesmo inócuas, para blindar o avanço do agronegócio da energia. Nesta publicação, os elementos desta estratégia são desconstruídos enquanto via de solução real para os enormes desafios sociais e ambientais que se colocam, bem como de minimização efetiva dos impactos que já se verificam no território.