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Direitos Humanos – Todas as publicações

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E houve guerra, e houve amanhã...

"Em uma noite de inverno, um jovem soldado fechou os olhos em meio a um estrondo de granadas, explosões e olhares que se projetavam no céu de uma guerra mundial. O soldado se acomodou em “um solo úmido que ainda cheirava a esterco de vaca” e dormiu. Inclusive conseguiu sonhar..." Leia texto sobre Heinrich Böll

por Lorel Manzano

O samba, patrimônio imaterial, passa por tempos difíceis

Chegando perto do fim do ano a cidade do Rio de Janeiro começa se preparando para o chamado maior espetáculo do mundo, o Carnaval Carioca. As escolas de samba já escolheram seu samba enredo e os ensaios e batucadas dos blocos carnavalescos transformam ruas e quadras em grandes festas. Mas a alegria não está tão contagiante como deveria ser, pois alguns acontecimentos estão deixando os sambistas preocupados.

por Alexander Leist

Lançamento de livro sobre Mobilidade no Alemão

Nesta terça-feira (14/11), às 14h, está marcado o lançamento da publicação “Ninguém entra, ninguém sai. Mobilidade urbana e direito à cidade no Complexo do Alemão”. O livro foi produzido em parceria entre a Fundação Heinrich Böll, o Brics Policy Center (BPC) e o Coletivo Papo Reto. O evento será na sede do BPC – Rua Dona Mariana, 63, Botafogo. Leia mais.

por Sérgio Veloso, Vinícius Santiago

“Há cálculo político nas afirmações de Crivella”, afirma Christina Vital, em entrevista

Em março, foi lançado ”Religião e política: medos sociais, extremismo religioso e as eleições 2014“. De lá pra cá, o Brasil assistiu a um aparente crescimento de ideias conservadoras, com exemplos cotidianos de intolerância religiosa. Christina Vital, co-autora do livro, concedeu entrevista para a Fundação Böll sobre o cenário político atual após a eleição em 2016 no Rio de Janeiro de um prefeito oriundo da Igreja Universal do Reino de Deus, e um dos candidatos investigados no livro.

por Marilene de Paula

Mobilidade Urbana pra quê?

Convidada para uma roda de conversa no Complexo do Alemão, a autora Marilene de Paula  traz dados sobre a mobilidade urbana no Rio de Janeiro pós-Olímpico em comparação com tempos de sua infância.

por Marilene de Paula

O que a Lava Jato revela sobre a Olimpíada

Independente de suas contradições, a Operação Lava Jato trouxe uma série de revelações sobre a relação pouco republicana entre as empreiteiras e as forças políticas brasileiras. Neste artigo, relacionamos o que a Lava jato revelou sobre a eventual corrupção nas obras das Olimpíadas. O trabalho foi realizado a partir de cruzamento de informações de sites e reportagens.

PACS lança relatório sobre o legado olímpico

Na última segunda-feira (31/07), o PACS divulgou o relatório “Rio Olímpico: qual o legado um ano depois dos Jogos?”. A publicação foi produzida com apoio da Fundação Heinrich Böll e da DKA Austria. O lançamento contou com a presença de pessoas afetadas de alguma maneira pelos Jogos Olímpicos.

por João Pedro Ribeiro

A violência como legado olímpico

O crescente processo de militarização da segurança pública, com objetivo de controle de populações de favelas, se amplifica na realização dos megaeventos no Rio. As estatísticas demonstram um aumento expressivo, nesses momentos, dos autos de resistência, renomeados de homicídios decorrentes de oposição à intervenção policial.

por Lena Azevedo

Começar de novo

Um ano após os Jogos Olímpicos do Rio, programa de saneamento sofre ameaça de descontinuidade e governo reconhece que despoluição da Guanabara ainda é sonho distante

por Emanuel Alencar

Legado Olímpico do Rio: dos cartéis ao “governo empresarial”

Este artigo se dedica a detalhas as relações de cartel entre as maiores empreiteiras do Brasil na execução das obras para as Olimpíadas, e de um funcionamento de governos de submissão aos interesses destas corporações.

por João Roberto Lopes Pinto, Mariana Werneck, Sílvia Noronha

Qual o legado da Olimpíada um ano depois dos Jogos?

Na semana que marca um ano da abertura das Olimpíadas, o Instituto Pacs lança a publicação “Rio Olímpico: qual o legado um ano depois dos Jogos?” na próxima segunda (31/07) às 11h na Casa Pública (Rua Dona Mariana, 81, Botafogo, Rio de Janeiro). O evento é aberto à imprensa e contará com a presença de atingidas e atingidos pela Olimpíada.

 

por PACS

Raízes: a resistência no Alemão em forma de cultura

O Complexo do Alemão voltou a viver um aumento nos níveis de violência. No entanto, nem tudo é para se lamentar. Parceiro da Fundação Heinrich Böll, o Instituto Raízes em Movimento atravessa essa situação de forma exemplar. Mesmo diante desse quadro de violações constantes, o trabalho foi amplificado e diversificado. A Fundação entrevistou um dos fundadores do Raízes, Alan Brum Pinheiro. Articulado e combativo, Alan falou do momento difícil em que vivem as Favelas do Alemão, mas descreveu o avanço das ações culturais e políticas da sua organização.

Salvem os Gamela

No último domingo (30/4), a serviço de fazendeiros locais, homens armados atacaram indígenas da etnia Gamela, no município de Viana, interior do Maranhão. Os índios não esperavam o ataque, e não puderam se defender. Pelo menos 13 ficaram feridos, alguns de forma grave. Cinco foram baleados, e há denúncias de que mãos teriam sido decepadas. A área é objetivo de conflito há pelo menos três anos – fazendeiros querem estabelecer o controle do local. Leia nota dos Missionários Combonianos.

Fundação Boll lança cinco vídeos sobre "Religião e Política"

Em março, foi lançado o livro “Religião e Política: medos sociais, extremismo religioso e as eleições 2014”. A publicação registra um estudo sobre as candidaturas, nas eleições 2014, de Pastor Everaldo (PSC) a presidente, além de Marcelo Crivella (PRB) e Anthony Garotinho (PP) a governador do Rio de Janeiro. O estudo foi desenvolvido pelo Instituto de Estudos da Religião (ISER) em parceria com a Fundação Heinrich Böll (hbs). O objetivo principal da pesquisa é detectar quais são os projetos políticos estabelecidos, especialmente, por determinados agrupamentos religiosos evangélicos

A nova Lei de Migração no Brasil e os direitos humanos

A mobilidade humana é um fato histórico, indissociável da própria história da humanidade; mas que assumiu contornos especialmente complexos no mundo hoje, frente aos efeitos da globalização: mais de 244 milhões de pessoas que se encontram fora do seu país de origem, números que equivalem a 3,4% da população mundial, segundo dados da Organização das Nações Unidas (ONU) referentes ao ano de 2015.Diante deste cenário, é preciso compreender qual o papel dos Estados receptores no acolhimento e garantia de direitos das pessoas migrantes e analisar o arcabouço jurídico e institucional sobre o tema, seja nos países do Norte ou do Sul Global.

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