Fruto de uma pesquisa realizada na campanha Pela vida de todas elas, a publicação reúne dados, estatísticas e informações sobre violência contra a mulher, focando em mulheres com deficiência.
Este material propõe um diagnóstico das políticas públicas e das iniciativas da sociedade civil que combatem a violência institucional cometida contra as mulheres, tendo como eixos centrais as dimensões de gênero e raça.
No caderno “Capitalismo digital, comunicação e construção de movimento”, os textos de Adriana Vieira das Graças, Fabiana de Oliveira Benedito, Helena Zelic, Natália Lobo, Renata Moreno e Silvia Ribeiro buscam revelar mecanismos do capitalismo digital que atacam os processos de emancipação dos povos. Os textos formam, juntos, uma crítica às dinâmicas tecnológicas de mercado que adentram o cotidiano, no trabalho e na vida das mulheres, do campo e da cidade.
No volume “Neoliberalismo, trabalho e democracia” as autoras Clarisse Goulart Paradis, Franciléia Paula de Castro, Mariana Lacerda, Marilane Teixeira, Miriam Nobre, Nalu Faria e Sarah Luiza de Souza Moreira respondem a esse cenário e recuperam as reflexões já elaboradas a partir da economia feminista para analisar as dinâmicas de precarização da sociedade aprofundadas pela covid-19.
Entre agosto e outubro de 2020, o Inesc (Instituto de Estudos Socioeconômicos), em parceria com a Faculdade de Educação do Campo da Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará (Unifesspa) e a Comissão Pastoral da Terra (CPT), promoveram um ciclo de debates para mulheres do sudeste do Pará. A região, marcada pela luta pela terra, também enfrenta a ocupação de grandes projetos de mineração, que afetam radicalmente o cotidiano da população. Os encontros aconteceram de modo virtual e deram origem ao livro Mulheres amazônidas: ecofeminismo, mineração e economias populares.
Uma coleção de artigos escritos por parceiras estratégicas do CFEMEA que nos ajudaram na construção das principais lutas políticas nos últimos 30 anos. Nesta publicação é debatida a luta das mulheres em defesa de seus direitos sexuais e reprodutivos, o enfrentamento a violência de gênero, entre outros assuntos referentes a luta. Com textos de Gabriela Fidelis, Guaia Monteiro Siqueira, Bia Galli e Paula Viana, Iáris Ramalho Cortês, Maria Betânia Ávila, Nina Madsen, Lilian Celiberti, Nilza Iraci e entrevistas com Analba Brazão, Justina Inês Cintra e Creuza Maria Oliveira.
Os textos reunidos neste Caderno Sempreviva convidam o leitor a ampliar suas reflexões quanto ao feminismo na contemporaneidade. Partindo de uma perspectiva anticapitalista, as autoras refletem sobre os impactos e armadilhas do neoliberalismo e do conservadorismo, iluminando questões fundamentais para que as mulheres continuem em luta. O caderno tem textos assinado pelas autoras: Cindy Wiesner, Clarisse Goulart Paradis, Helena Zelic e Nalu Faria.
O movimento de mulheres no Brasil vem passando por mudanças. A publicação “O que há de novo nos novos feminismos” busca analisar o que se sabe sobre estas novas formas insurgentes da luta feminista no contexto brasileiro.