Heinrich Böll (1917 - 1985)

"Envolver-se é a única forma de enfrentar a realidade.”

“Um direito que não é usado, morre. Liberdade que não é usada, fenece.”

Heinrich Böll foi um dos principais escritores alemães do século XX. Ganhou o Prêmio Nobel de Literatura em 1972. Ficcionista e ensaísta com destacada atuação política durante toda a sua vida, deixou uma vasta obra, cuja tônica é a luta contra a omissão, a injustiça e a opressão.

O engajamento na luta política e a coragem marcaram a vida e a obra de Heinrich Böll. Defensor implacável dos direitos humanos, antimilitarista convicto e um dos primeiros ativistas em defesa do meio ambiente, Böll foi presidente durante vários mandatos consecutivos do PEN Clube Internacional, transformando-o em um fórum para multiplicar suas idéias humanistas e pacifistas. Até pouco antes de sua morte ainda participava ativamente de manifestações antinucleares.

Pela sua postura inabalável, pelo seu papel na divulgação dos ideais democráticos e o seu ativo engajamento nas causas pacifistas, Heinrich Böll foi eleito pela Fundação o símbolo da integridade humana.

Estudo: milícias no Rio de Janeiro
Destaques

“Religião e Política - uma análise da atuação de parlamentares evangélicos sobre direitos das mulheres e de LGBTs no Brasil” – lançado no Rio

“Sou mãe, lésbica, classe média e [o pastor Marcos] Feliciano não me representa, mas representa 220.000 pessoas que votaram nele, e eu estou esgotada.” A fala da ativista feminista Jandira Queiroz foi feita durante o lançamento do livro “Religião e Política uma análise da atuação de parlamentares evangélicos sobre direitos das mulheres e de LGBTs no Brasil”, do ISER (Instituto de Estudos da Religião) e apoiado pela Fundação Heinrich Böll. O evento reuniu 120 pessoas, na sede do ISER, no Rio de Janeiro, que discutiram a participação do campo religioso na política, em especial dos evangélicos.

Publicação:“Copa 2014 – o que as mulheres têm a ver com isso?”

O informativo busca alertar a população, e especialmente as mulheres, sobre os impactos e violações de direitos relacionados à Copa do Mundo e das Confederações. Apesar do entusiasmo que envolve a realização da Copa do Mundo em 2014, a organização do evento pode trazer violações de direitos humanos, especialmente às mulheres. Acesse a versão eletrônica da publicação.


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