Vila Autódromo

Segurança Pública e os Megaeventos no Brasil

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Um dos grandes beneficiários dos megaeventos é certamente o setor de segurança. Quase R$ 1 bilhão já foram gastos com grandes sistemas de tecnologia de segurança que inauguram um modelo empresarial-militarizado de atuação e gerenciamento dos espaços públicos no Brasil.

O que escondem os gastos dos Jogos?

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Desvendar o orçamento dos Jogos 2016 é uma tarefa que exige esforço. Oficialmente mais de R$ 39,07 bilhões, cerca de 10 bilhões de euros, já foram gastos com os Jogos e a Prefeitura argumenta que a maioria dos recursos seria de origem privada, mas isso não é bem assim.

Por trás dos jogos do Rio

Dois anos depois da vitória da seleção alemã na final da Copa do Mundo de Futebol, mais uma vez o Rio de Janeiro está no foco das atenções. Quem vai lucrar e quem vai pagar a conta dos Jogos Olímpicos 2016? 

por Barbara Unmüßig

Vila Autódromo: remoção e resistência

A urbanista e pesquisadora Giselle Tanaka relata o processo de remoção forçada que aconteceu no principal símbolo de resistência às ações dos governantes do rio de Janeiro: a Vila Autódromo.

por Giselle Tanaka

Porto Maravilha: as transformações urbanas na região portuária

Quem vai até a região portuária da cidade do Rio de Janeiro fica maravilhado com museus e a arquitetura do Rio antigo. Mas no caminho dessas maravilhas também se esconde histórias de remoção forçada, abuso dos gastos públicos e a financeirização da cidade. 

por Aercio de Oliveira

Anéis fechados

Obter detalhes sobre projetos e acordos entre o poder público e empresas é um desafio para pesquisadores, jornalistas e população em geral. A omissão de gastos, a falta de transparência e a pouca participação da sociedade nas decisões, em especial dos afetados pelas obras, é um dos problemas da preparação para os Jogos.

por Ítalo Nogueira

Rio 2016: jogos da exclusão

Os Jogos Olímpicos 2016 se tornaram o principal argumento dos governos para todo tipo de intervenção urbana na cidade do Rio de Janeiro. Quais atores políticos e econômicos se beneficiaram e quais alianças foram necessárias? 

por Renato Cosentino

O reverso da medalha: Megaeventos no Brasil e o direito à cidade

Quem critica os megaeventos esportivos pode até ser visto como estraga-prazeres. Porém, é possível gostar do esporte profissional e, ao mesmo tempo, ser crítico em relação aos atuais megaeventos. A experiência brasileira com a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016 explica os motivos.  

por Dawid Bartelt