ambivalências digitais

Ativista alemão de direitos digitais participa de eventos no Brasil

O ativista alemão de direitos digitais Malte Spitz estará no Brasil em maio para participar de uma série de atividades em São Paulo e no Rio de Janeiro. Spitz chamou a atenção após processar a companhia telefônica Telekon, sob a acusão de que a empresa obtinha seus dados sem autorização. 

Anápuáka Muniz Tupinambá fala em entrevista sobre a inclusão digital nas comunidades indígenas

Durante o evento "Ambivalência Digitais", Anápuáka Muniz Tupinambá Hã-hã-hãe, um dos coordenadores do Grupo RAHIS Raízes Históricas Indígenas e da Rádio Yandê, ex Coordenador Geral da Web Brasil Indígena e TIC e Agente Cultural Indígena, falou em entrevista à Fundação Heinrich Böll sobre as políticas públicas de inclusão digital nas comunidades indígenas destacando os pontos positivos e negativos dessas iniciativas.

por Manoela Vianna, Bruna de Lara, Karina Merencio

“Há uma assimetria muito grande entre a grande visibilidade dos usuários e a opaca estrutura de vigilância montada em torno deles”

Um infinito número de dados é criado a cada dia – mas a maior parte permanece nas mãos dos grandes monopólios digitais, como o Facebook, o Google e a Microsoft. Enquanto isso, à sociedade não é informada para quem esses dados são vendidos ou como são usados. Em entrevista à Fundação Heinrich Böll Brasil, a pós-doutora Fernanda Bruno critica essa falta de transparência, fazendo alertas sobre os perigos envolvidos nesses processos e defendendo que tudo que for gerado pela sociedade pertença de fato aos cidadãos.

por Simon Hrubesch