Political Ecology

DOSSIÊ POR DENTRO DA ECONOMIA VERDE

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OUTRAS PUBLICAÇÕES

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Em 17 de março, a Polícia Federal deflagrou a Operação Carne Fraca. O objetivo era desmontar uma quadrilha instalada sobretudo no Paraná que burlava auditorias nos frigoríficos. Descobriu-se que o produto estava sendo vendido após o vencimento. O esquema contava com integrantes no Judiciário e no Parlamento, e envolvia gigantes como a JBS e a BrF. Neste contexto, a coordenadora de Justiça Ambiental da Fundação Heinrich Böll (hbs), Maureen Santos, foi convidada a dar algumas entrevistas. A hbs edita uma publicação chamada “Atlas da Carne”, que demonstra os impactos sociais e ambientais da produção industrial de proteína animal. Para Maureen, o problema não se restringe a um esquema de burlagem de auditorias. Existem inúmeras outras consequências do modelo atual de produção de carne, baseado na lógica industrial.

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A Valoração Econômica da Natureza tem sido estudada há alguns anos. Nesta nova publicação, o tema é investigado sob um novo enfoque.

O artigo apresenta como a valoração econômica ajudará a colocar um preço na destruição da natureza em vez de contribuir para que a natureza seja respeitada e valorizada. No texto é explorado onde os sinais dessa precificação já são perceptíveis e o que podemos aprender das primeiras experiências desse novo modelo e como resistir. 

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A coordenadora do programa de Justiça Socioambiental da Fundação Heinrich Böll Brasil, Maureen Santos, concedeu entrevista ao Canal da Bela para falar sobre o Atlas da Carne, publicação da Fundação que aborda os efeitos sociais e ambientais da produção industrial de carne no mundo.

 

 

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Thomas Fatheuer, diretor da Fundação Heinrich Böll no Brasil de 2003  a 2010 e co-autor do livro "Crítica à Economia Verde fala em entrevista sobre os impedimentos à liberdade de ação e as possibilidades de um futuro mais sustentável para o Brasil em termos ambientais e sociais. 

Várias organizações e movimentos sociais que têm uma visão crítica ao crescente processo de mercantilização da natureza, expressa em soluções propostas para os atuais problemas ambientais, dentre elas o mercado de carbono, enfrentam nos territórios onde atuam um intenso assédio de programas de empresas e/ou órgãos governamentais. Eles tomam por base o Pagamento por Serviços Ambientais (PSA). Neste contexto, no interior de muitas organizações existem diferentes visões de como tratar esses dilemas. Para uns, devemos disputar o conceito. Para outros, construir novas abordagens. Há ainda os que defendem que devemos rechaçá-lo

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