Vídeo: Segurança Pública e Convivência na Cidade

Vídeo: Segurança Pública e Convivência na Cidade

Diálogos da Espocc com Yuka
Diálogos da Espocc — Créditos da imagem

A conversa foi sobre Segurança Pública e Convivência na Cidade e estavam por lá Marcelo Yuka (intelectual e um dos fundadores da banda Rappa), Raquel Willadino (Observatório de Favelas), Vinicius George (delegado da Polícia Civil), Edson Diniz (Redes da Maré) e Dudu do Morro Agudo (Movimento dos Enraizados). Assista ao vídeo para saber como foi esta edição do Diálogos da ESPOCC - Escola Popular de Comunicação Crítica, promovida pelo Observatório de Favelas, em parceria com Fundação Heinrich Böll Brasil.

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    No Brasil 6% da população vive em favelas, cerca de 11,4 milhões de pessoas. No censo de 2010 o estado do Rio de Janeiro possuía cerca de dois milhões de pessoas vivendo nessa condição. A Favela da Rocinha é o exemplo emblemático da predominância desse tipo de assentamento urbano no Rio de Janeiro. Segundo o IBGE, é a mais populosa do país, com cerca de 70 mil moradores, número que é contestado pelos moradores, que afirmam haver entre 180 a 220 mil pessoas. Sempre relegada na partilha dos benefícios produzidos pela cidade, as favelas permanecem com problemas sociais crônicos, mas em especial a violência, os tiroteios constantes entre polícia e traficantes que aterrorizavam moradores e sua vizinhança foram fontes de incontáveis manifestações e promessas de mudança pelas autoridades públicas.

     

     
    por Marilene de Paula
  • As favelas precisam de uma regulação diferente de outras áreas da cidade?

    O processo de desenvolvimento das primeiras favelas já aconteceu de forma diferente da urbanização do “asfalto”. A falta de políticas públicas levou a criação de estruturas urbanas diferenciadas, marcadas pela ausência de regulação e informalidade. Nos anos 1980, as redes de tráfico assumiram a regulação desse espaço a partir de regras específicas.

     

     

    por Mara Natterer

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